EVENTOS ANTERIORES
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O projecto "doBop & drums" surge do gosto pela formação que é o quarteto de saxofones. Associada vem também a paixão pelo Jazz. Desta mistura surge um projecto que tenta fazer uma ponte entre a conhecida formação clássica do quarteto de saxofones e uma das formações base do jazz. É adicionado também alguma componente tecnológica ao grupo, como sons ambientes ou samples, de modo a criar um ambiente mais actual e moderno.
"doBop & drums" tenta explorar novos caminhos, não se limitando ao material já existente, mas sim tentando transmitir a ideia de que esta formação não se limita aos padrões que estão definidos.
São explorados vários géneros musicais: jazz, clássico, música étnica, funk, reggae.

Sax Soprano, Alto e Tenor
Nuno Mendes Sax Alto e Soprano João Capinha
Sax Tenor e Soprano Joaquim Pequicho Sax Barítono Raimundo Semedo
Bateria João Rijo

Bilhete 3,5 EUR

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Numa formação de voz e guitarra, Beatriz Portugal e Rui Figueiredo reinterpretam clássicos do electro-jazz, despidos até à sua essência acústica.

Voz Beatriz Portugal Guitarra Rui Figueiredo

Bilhete 3,5 EUR

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Projecto recente, os Audible Architecture começam agora a emergir no circuito do jazz nacional. O espírito jam, groove, funk, drum’n’bass, jazz fusão, rock progressivo, são os adereços mais notados nos Audible Architecture, cuja lista de influências é bastante extensa e heterogénia. Foi dentro do espírito de ''jam band'' que este quinteto gravou o seu primeiro álbum “soul talk”, inteiramente composto por temas originais e editado pela editora espanhola Free Code Jazz Records. Ainda que pouco conhecidos dentro do circuito do jazz nacional, os músicos dos  Audible Architecture, partilharam recentemente experiências com grandes nomes do jazz contemporâneo como John Scofield, Medeski Martin & Wood, Marc Ribot, Antoine Herve, Trilok Gurtu, Steven Bernstein, em Nova Iorque, Paris e Berlim.

Trompete e flughel Luís Guerreiro Guitarra eléctrica Hugo Trindade
Fender rhodes, teclados e samples Aurélien Vieira Lino
Baixo eléctrico Eddy Slap Bateria Marco Jung

Bilhete 3,5 EUR

EVENTOS ANTERIORES

Flashback dos melhores álbuns editados em 2008.
DJ Set que incluirá também guilty pleasures, temas que toda a gente gosta de ouvir mas que tem algum embaraço em o admitir ;-)
Esmerado serviço de bar.

Table Set é uma performance composta por vários quadros distintos, onde a encenação de objectos dispostos sobre uma mesa remete o espectador para universos privados e para as personagens imaginárias que os habitam.

Performance de
Rita Leite com Fernando Oliveira e Rita Leite
Produção executiva Ana Rita Osório

Estreia

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A escola de Jazz do Hot Club de Portugal foi o ponto de encontro…
Pat Metheny, John Scofield, George Benson, Bill Evans, Ron Carter, Paul Motion, entre outros, as influencias e os pontos em comum…
A criatividade e a originalidade nas composições próprias, a identidade única, o espaço e a coesão entre os instrumentos procuram a imagem certa para descrever – em sons – um pouco do nosso Ser, dos nossos sentimentos, da nossa realidade…

Nuno Marinho na guitarra, Francisco Brito no contrabaixo e Vasco Furtado na bateria apresentam temas originais bem como standards de jazz e repertório da música improvisada contemporânea, sugerindo um novo ponto de vista de tudo aquilo que nos rodeia.

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Funk não se esgota numa década ou décadas, nem numa maneira particular de tocar; é o que os GI vêm mostrar com originais e algumas pérolas do passado. Em ambientes que bebem do soul, do funk sujo e limpo, do rock e do que mais vier a propósito, o que importa é que haja groove....

EDUARDO CARVALHO - Baixo eléctrico FILIPE CRUZ - Percussão
JOÃO BRAZ - Guitarra eléctrica MIGUEL DÉCIO - Voz e Guitarra eléctrica
ANDRÉ MARQUES - Sax Tenor MATTHIEU EHRLACHER - Sax Barítono
SANDRO FÉLIX - Trompete VASCO FURTADO - Bateria

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Os vencedores do Festival RTP da Canção 2009 são um projecto cuja raíz assenta na música popular portuguesa, mas que se quer disponível para diversas "contaminações" de outros continentes, sendo desde já evidentes a América Latina e África. 
O repertório actual apresenta  não só  letras  originais, mas também poemas de Eugénio de Andrade, José Régio, Ary dos Santos, David-Mourão Ferreira e Maria José de Castro.

Daniela Varela - voz, Paulo Pereira - Sopros, José Camacho - Guitarras, Ana Sofia Campeã - Acordeão, Jorge Marques - guitarra/cavaquinho, Rolando Amaral - Baixo,   Pedro Marques - Percussão

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Nascida em 1990, Emmy cresceu num ambiente artístico que influenciou em todas as áreas: pintura, música, fotografia, etc. Frequentou o Conservatório de Vila Real durante três anos em guitarra clássica e um ano de iniciação em Canto Lírico.

Descobre em 2001, que as melodias podem sair a partir da vibração das cordas de uma guitarra e que a voz pode ter uma certa utilidade se usada ao mesmo tempo.
Em 2005 escreve a sua primeira canção, "Shadows and Butterflies". Seguindo-se "Broken Day" e "Keep Going", com todas as letras originais. Desde 2007, Emmy, tem continuado  a produzir  mais músicas, tendo hoje material para 2 álbuns.

As suas canções em termos sonoros apelam ao transcendente e ao etéreo, sugeridas pela sua voz suave e pelos back-vocals submersos em reverb ou pelas melodias flutuantes da guitarra. As letras dizem respeito aos sentimentos pessoais, relações humanas e ao amor, por vezes desejado ou imaginário.
Emmy Curl já mostrou as suas qualidades artísticas em variados lugares do pais, da FNAC–Algarve à Casa da Música - no Porto (com Refletir).

2009 é o momento do arranque discográfico da Emmy Curl. Encontra-se neste momento em pré-produção do seu primeiro álbum de originais, que deverá ser editado no último trimestre.
Os seus temas de grande beleza verão em breve acrescentadas batidas profundas estilo downtempo, bem como violinos e orquestrações de violoncelos.

Emmy Curl, apesar dos seus 18 anos da idade, colhe já uma clara unanimidade de opiniões positivas no respeitante à sua promissora carreira, nomeadamente ao nível internacional, facto que decerto justifica ter neste momento dois produtores a trabalhar no seu álbum, um deles português, Octávio Sousa, e o britânico Adam Pense.
 

Maiko é o termo japonês utilizado para designar uma jovem aprendiz de gueixa, cuja iniciação implica um processo ritualizado de aprendizagem artística, que pode decorrer durante vários anos.

Nesta série de 5 performances, cada Maiko surge contaminada por um dos conceitos abordados nas “Seis Propostas Para o Próximo Milénio”, de Italo Calvino, numa leitura livre, centrada na criação de metáforas visuais que pretendem constituir uma experiência impactante para o espectador.

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O CAIS SODRÉ CABARET! pretende ser uma celebração dos tempos em que os homens usavam chapéu e as senhoras calçavam luvas… ...uma celebração do estilo e glamour de outras épocas. Nos anos 20 e 30 havia bastantes clubes e cafés que abrigavam as tertúlias de escritores, artistas e intelectuais. Com a chegada da ditadura e a instituição da mentalidade “orgulhosamente sós”, o país hibernou face às novidades durante cerca de 40 anos. Os ventos que sopravam lá fora chegavam indirectamente ou de modo ilícito. Galãs e divas de Hollywood ostentavam o seu charme e lançavam modas nas sessões domingueiras dos grandes cinemas lisboetas; estrelas do burlesco enchiam magazines estrangeiras; as coristas actuavam em revistas do Parque Mayer copiando as tendências de vaudeville da Broadway e os clubes e cabarets (como o lendário Maxime) acolhiam aves nocturnas e os espíritos marginais. Pretende-se recriar todo um imaginário retro associado à vida nocturna, à festa e à celebração da boémia e do prazer. Música, dança, fumo e bebida. Mas também o imaginário nocturno e decadente do Cais do Sodré. Foi na sordidez desse ambiente de becos e esquinas sujos, iluminados por neons que anunciam bares com nome de capitais portuárias, por onde se passeiam raparigas e os seus protectores, polícias e estivadores, e a clientela ávida de emoções, que os marinheiros nos fizeram chegar os primeiros discos de rock n’ roll americano. Todos estes espíritos são convocados!

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Tânia Carvalho (coreógrafa e bailarina) aproveitou os últimos anos para aprofundar as suas capacidades vocais através de surpreendentes versões de músicas conhecidas de todos. Influências de Diamanda Galas, Nina Hagen, Klaus Nomi ou Ima Soumac estão presentes na forma como as músicas, maioritariamente do universo Pop, são transformadas, recriadas, metamorfoseadas ou rasgadas pela sua voz e talento.
Com este trabalho musical Tânia Carvalho assume-se como uma das grandes revelações musicais de uma nova geração de intérpretes portuguesas através do seu cunho pessoal e impressionante.

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Interpretação Tânia Carvalho Figurinos Aleksandar Protich Produção Bomba Suicida

Happening a partir de fragmentos da obra de Franz Kafka.
leituras, vídeo, dj set

produção Próxima Estação

O seu nome é Deolinda e tem idade suficiente para saber que a vida não é tão fácil como parece, solteira de amores, casada com desamores, natural de Lisboa, habita um rés-do-chão algures nos subúrbios da capital. Compõe as suas canções a olhar por entre as cortinas da janela, inspirada pelos discos de grafonola da avó e pela vida dos vizinhos. Vive com 2 gatos e um peixinho vermelho...

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Como o nome sugere, Anita no Brasil, podia ser o resultado de uma viagem: Ana Freitas vai ao Brasil e traz na mala umas quantas músicas, mas quais? As que mais gostou das que lá ouviu e que, ao fim e ao cabo, continuam a ser os grandes clássicos da Bossa Nova e alguns outros sambas intemporais.
Ana é actriz, cresceu na Madeira, já fez aulas de voz na escola de Teatro e gosta de cantar.
Miguel Mendes aprendeu a tocar guitarra na adolescência quando morava no Brasil. Vivia em Porto Alegre e tocava guitarra baixo num grupo de rock progressivo. Hoje é actor, a guitarra é a sua segunda actividade.
Juntaram-se os dois e ensaiaram as músicas brasileiras que mais gostavam; muitas do Tom Jobim, umas do Vinícius de Moraes, outras do Chico Buarque, uma do João Bosco, alguns originais...

VOLTE FACE é uma publicação sofisticada empenhada na criação artística interdisciplinar, de forte impacto interventivo sobre a actualidade. Através de uma performance artística que integra declamação + música ao vivo + vídeo | multimédia + dança contemporânea será apresentado o segundo número do VOLTE-FACE.

Tendo como ponto de partida a televisão | cultura de massas (o tema da 2ª edição) – e no crescendo do que seria uma grelha de T.V. – todas estas diferentes formas de expressão desembocarão na criação de novos e inesperados sentidos poéticos e visuais, garantindo contaminar os sentidos.

Apresentação dos melhores trabalhos realizados pelos alunos da Restart no ano lectivo de 2005/2006, nas áreas do documentário e vídeo experimental.
Apoio: Restart - Escola de Criatividade e Novas Tecnologias

A Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo, a Inestética e a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira convidam para a apresentação do livro "À Meia-Luz", de Cristina Silva, com a presença da autora.
Leitura de textos por Mário Rui.
(O romance "analisa a intemporalidade da guerra, e do sofrimento por ela causado, sendo olhado à lupa o lado mais negro dos corações humanos")

Formados em Março de 2002, The Attic exploram sonoridades que caminham num limbo estilístico, ancoradas na voz de Rogério Silva, no clarinete de Miguel Veríssimo e na guitarra de André Santos.
Um mundo desconhecido feito de som, indeterminado e misterioso.
O projecto Photonz, de Marco Rodrigues e Miguel Evaristo, explora a música electrónica e o sampling em busca de uma música física, narcótica e sensorial. Loops, programações MIDI e discos, numa celebração ritual de picos, melodias, referências, syncopes e explosões rítmicas.

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Exibição da curta-metragem vídeo “Ultimatum - Monografia Pop”, realizada por Alexandre Lyra Leite em 1991, para o primeiro espectáculo da Inestética companhia teatral.

Lançamento do nº26 da Revista Bíblia, publicação que se tem dedicado à divulgação de trabalhos artísticos contemporâneos de carácter experimental abrangendo áreas como a literatura, as artes visuais, a ilustração e o design gráfico.

Apresentação dos melhores trabalhos realizados pelos alunos da Restart no ano lectivo de 2005/2006.
Apoio: Restart - Escola de Criatividade e Novas Tecnologias

Para iniciar o novo ano em grande estilo, com uma selecção requintada a que o DJ Sal já nos habituou.

Poemas e textos de Fernando Pessoa, um dos maiores vultos da literatura portuguesa, interpretados pelo actor Afonso de Melo, num happening que inclui sonoplastia e projecção vídeo.

Este duo de voz e harpa, tem vindo a desenvolver música que nem sempre é fácil de catalogar. Tem trabalhado e re-arranjado maioritariamente temas de jazz e alguns da esfera pop. Recentemente, apresentaram-se nos III Encontros Imediatos no âmbito do Festival Alkantara onde levaram a cabo um projecto que apontava para a ideia de arte para consumo. Uma instalação-concerto numa montra, interpretando jingles comerciais ao público transeunte.

intérpretes Inês Jacques, Eduardo Raon produção zut!

Sound Asleep é uma proposta de alguns dos membros dos In Her Space.
André Gonçalves, Gonçalo Silva, Nuno Pessoa e Rodrigo Dias trabalharam, entre outros, com coldfinger, clandestinos, EA, etch, gigantiq, iodo,jaguar, last time this happened we had a street party, Margarida Mestre, Margarida Pinto, megafone, ok.suitcase, Paulo Bragança, pinhead society, prime, sitiados, slamo, stapletape e voices in your head.

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