"(...) um denso desenho de luz, uma banda sonora original (Caffeine) e um guarda-roupa infernal, digno de um diabólico e bem humorado quarteto de actores." Manuel João Gomes - Público
"(...) a Inestética e Alexandre Lyra Leite saíram-se bem: Isabel Gaivão surpreende pela austeridade e eloquência; Francisco Campos pela segurança e carácter magnânimo; Nuno Dionísio pela animalidade do desespero; Paula Luís pela languidez de um exorcismo. (...) A componente sonora - excelente - é dos Caffeine que para esta peça produziram uma exemplarmente tensa Music for strip-tease." Luis Guerra - Blitz
"(...) um espectáculo forte, despojado de artificialismos, no qual o texto de Blake brilha na sua dimensão mais simbólica e sombria. Um trabalho coerente, uma linguagem dramática incisiva que harmoniza os aspectos interpretativo, sonoro e visual. Sem dúvida, uma aposta ganha." Ana Matoso - Easynet
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